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Texto publicado em 15/03/2010* - 15:27, segunda-feira.por David Iasnogrodski
*Atenção: você está lendo CONTEÚDO DE ARQUIVO. Publicado há mais de 22 meses!
Por Quê? (Why?)
Ouço muito que necessitamos nos utilizar da experiência.

Ouço que muitos só falam nesse assunto acima referido, mas na hora de agir “esquecem” ( como um descuido) desta “palavrinha”: experiência.

Por Quê? (Why?)
Esquecem o passado.

Esquecem, como num passe de mágica, a ajuda que tiveram em tempos “remotos” ou não tão remotos assim...

Será que não estão exercitando a memória, ou é um “descuido”...?
Não sei...

Ouço de muitos...

Acredito eu que ao falarmos ou discursarmos em público necessitamos ter “um pouquinho” de cuidado ao pronunciarmos a respeito, principalmente, de nomes de pessoas.

É muito simples falar no “hoje”. E o ontem? Foi apagado?
Passou, como tivéssemos utilizado uma borracha.

Pode ferir.

Pode ferir o passado.

Pode ferir o passado não muito distante.

Pode ferir aquele passado que ajudou tanto para chegarmos no “hoje”.

E só teremos o “amanhã” se tivermos tido o “hoje” e o “ontem”.

A experiência é muito importante em tudo. Não adianta só falarmos. Necessitamos agir. E esta ação deverá ser colocada em prova na hora das “falas”.

Ferimento do sentimento em pessoas é pior que os ferimentos físicos, nestas mesmas pessoas. Para esses, em muitas ocasiões, mercúrio cromo e esparadrapo acompanhado de nebacetin podem ser a solução, mas para ferimentos de sentimentos, muitas vezes, nem o tempo pode apagar.

Necessitamos, ao realizarmos uma fala, pensarmos muito bem no que dizer, pois só nominarmos o “hoje” poderemos estar incorrendo num sério risco. Em muitas ocasiões é melhor não citarmos ninguém...

Em tudo corremos risco. Mas este pode ser minorado se utilizarmos nossas inteligências.

Não podemos agir somente na emoção e nem sermos ajudado por outras pessoas, que muitas vezes não conhecem o nosso passado e sim somente o nosso presente.

Muitos se socorrem de “copyrighter”. É um socorro muito válido para os dias de hoje, mas estes necessitam nos conhecer "in loco" para descrever nossas falas.

O sentimento das pessoas não são “brinquedinhos” de papel. Se formos o que “somos” hoje é porque tivemos, logo atrás, um “ontem”.

É o meu pensamento.

As minhas atitudes são sempre através desta tese.
Sei que muitos não concordam. Respeito.

Mas é o meu pensamento...

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