| Texto publicado em 02/09/2010* - 00:00, quinta-feira. | por Grace Martins | | *Atenção: você está lendo CONTEÚDO DE ARQUIVO. Publicado há mais de 20 meses! |  A problemática das queimadas As queimadas são uma prática antiga no Brasil e no Rio Grande do Sul. São utilizadas como forma de limpeza de campo, mas produzem danos imensuráveis ao meio ambiente.
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Destroem os nutrientes do solo, pois queimam sua camada mais rica. Com a destruição da camada fértil e dos microorganismos que ajudam a recompor sua fertilidade, provocam a erosão e a compactação com conseqüente perda de capacidade de absorção da água, o que pode levar a desertificação no futuro.
Sem contar a matança de animais e insetos, que por muitas vezes não conseguem escapar das chamas ou aqueles que se intoxicam com a fumaça e acabam sucumbindo. Devemos pensar também na destruição dos habitats desses animais. O quero-quero, ave símbolo do Rio Grande do Sul é um dos afetados, além de cobras, lagartos, entre outros tantos animais.
Além desses visíveis danos também provocam uma considerável poluição atmosférica, com o comprometimento do ar que respiramos. Nesse último mês foi destaque dos noticiários a fumaça espessa pairando sobre as cidades em função das queimadas.
É importante aqui lembrar que tanto o Código Florestal Estadual (Lei nº 9.519/92), quanto a Lei dos Crimes Ambientais (Lei Federal nº 9605/98), proíbem o uso de fogo ou queimadas nas florestas e demais formas de vegetação.
O Comando Ambiental da Brigada Militar (CABM), tem realizado vôos e vistorias, principalmente na região dos campos de cima da serra, que é fortemente afetado pelas queimadas. Vale frisar que a queimada é crime e quem a praticar pode responder tanto na esfera administrativa, quanto civil e criminal. Os crimes ambientais podem correr paralelamente nas 3 esferas.
Fica aqui o pedido de conscientização a todos! Hoje já existem outras técnicas mais modernas para o manejo de pastagens e recursos naturais. |  | |
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