| Texto publicado em 04/08/2010* - 10:10, quarta-feira. | por Juan Domingues | | *Atenção: você está lendo CONTEÚDO DE ARQUIVO. Publicado há mais de 21 meses! |   Depois de Celso Roth, o Inter é um outro time. Não sei exatamente o que fez Roth para, por exemplo, Taison voltar a jogar. Também não compreendi até agora como ele conseguiu dizer para Guiñazu guardar posição e não flutuar da direita para esquerda e vice-versa. Até o Kleber voltou a jogar bem. A versão 2010 de Celso Roth é um milagre no Beira-Rio.
Mas tudo, tudo mesmo, passa pelo jogo de volta contra o São Paulo. É lá, no Morumbi, que Roth dirá, de fato, a que veio. Se o Inter não passar para a final da Libertadores, o treinador terá, mais uma vez, o rótulo de que nunca chega ao fim nas competições de que participa. Agora, caso o Inter avance, bem, aí tudo vai mudar para o técnico gaúcho.
Digo que tudo vai mudar porque o vencedor do duelo brasileiro deverá ser o campeão da Libertadores. Já vi o Universidad de Chile jogar. É um bom time. Mas não tem nem de longe a qualidade de Inter ou de São Paulo. O Chivas, do México, também. É um time rápido, mas como os chilenos, não tem força suficiente para derrubar uma equipe brasileira em um torneio como a Libertadores.
A vida de Roth, portanto, depende do jogo no Morumbi. O treinador poderá voltar de São Paulo consagrado. Ou não. |  | |
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