A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 10 mil pessoas morrem por dia no planeta em conseqüência do uso do cigarro. Estima-se, para o ano de 2030, 10 milhões de mortes por doenças tabaco-relacionadas, se nada for feito para inibir esta pandemia.
Perante este cenário, a atuação do pneumologista na cessação do tabagismo torna-se essencial, tanto pela assistência, quanto pelo fato de que este profissional pode ser um multiplicador de informação sobre o assunto.
Para a Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Rio Grande do Sul (SPTRS), o tabagismo é uma doença crônica e isto deve ser considerado em seu tratamento. Por isso, o abandono do tabaco inclui a motivação e disponibilidade para mudar o comportamento, por parte do paciente. A estratégia a grega a terapia cognitivo-comportamental associada a medicamentos que facilitam as mudanças, uma vez que minimizam os sintomas da síndrome de abstinência, que dificultam o tratamento e são constantes em todos os pacientes que abandonam o tabaco.
Outra ação fundamental dos pneumologistas, e das entidades médicas em geral, é o destaque aos malefícios ocasionados pelo fumo passivo e a implantação de programas de ambiente livres de cigarro em instituições públicas e privadas.
( com informações Dinâmica Comunicação Empresarial ) |  | |