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| Texto publicado em 19/05/2011* - 11:28, quinta-feira. | por Lila Rizzon | | *Atenção: você está lendo CONTEÚDO DE ARQUIVO. Publicado há mais de 12 meses! |  Estado civil: desesperada Histórias de mulheres bem sucedidas que buscam um amor rendem muito pano pra manga. E livros! Em New York, Londres, Gramado ou Santiago do Chile. Com um tema universal como esse, a mulherada de qualquer latitude logo se identifica. Os bestsellers "Comer, Rezar, Amar" e "Sex and The City" são exemplos disso. Outro é a personagem Consuelo Alduante, da escritora chilena Claudia Aldana.
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 Espécie de Carrie Bradshaw das cordilheiras, Consuelo é uma mulher nos seus trinta e poucos, bem sucedida na carreira, mas desastrada no amor. Mas o que me agrada é a forma com a autora interpreta sua personagem. Diz ela que Consuelo traduz a capa de arrogância criada pela posição de independência emocional da mulherada. “Um escudo que fomos construindo para nos mantermos na defensiva dos fracassos amorosos”, nas palavras da autora.
Para ela, a "busca por um parceiro é natural e não define uma dependência". Mas que isto não tem nada a ver com a louca e obsessiva busca, que vira projeto de vida. "Uma coisa é ser solteira. Outra, muito diferente, é o estado civil de desesperada”.
Isso me faz pensar nas tantas vezes que nós mulheres elegemos a pessoa errada por puro desespero, só pra não "ficarmos" solteiras. E, com isso, acabamos nos sentindo mais sozinhas e tristes do que quando não tínhamos alguém ao nosso lado. E a insatisfação começa a bater forte.
Diante disso, girls, cada vez mais me convenço que é melhor ser solteira (faceira) do que ex-desesperada casada. E você? O que acha disso? Diz pra mim - aqui ou lá no www.lilarizzon.com.br/altoastral .
See you!! |  | |
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